O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Esta é a conclusão de especialistas em nutrição, que se basearam em pesquisas e entrevistas com mulheres, que tem uma vontade quase irresistível de comer doces(ainda bem que às vezes consigo resistir...kkkk). Estes especialistas verificaram que a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto à dependência do álcool ou drogas.
A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão(essa pode até ser a explicação!!) . Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balança. É natural. Nas últimas décadas as pessoas seguem padrões de beleza que as obrigam a desejar um corpo esguio e perfeitamente modelado. (mas, eu não "tô" ligando muito para isso, não!! Meu problema é a infeliz da dor na coluna)
Nos consultórios as queixas são conhecidas. Se a pessoa foi gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade. (sabe, que nunca tive esse sentimento "bêsssta" de culpa!?)
Como muitas pessoas, com transtornos alimentares, parecem também sofrer de depressões, alguns pesquisadores acreditam que pode haver uma relação entre estes problemas (bom, aí a porca realmente torce o rabo...kkkk) . Eles afirmam que a compulsão pode ser uma adaptação do organismo para suprir a deficiência de serotonina, um dos neurotransmissores responsáveis pela comunicação entre os neurônios. (interessante "pra" outras coisas essa comunicação vai muito bem, obrigado)
Estudos recentes mostraram que as pessoas que sofrem de um desequilíbrio no sistema Serotonina/Noradrenalina, têm uma disfunção alimentar ligada a distúrbios psiquiátricos (uiii, agora ficou trash!! ). A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência; quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa sente necessidade de ingerir açúcar.
Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Todo mundo sabe que o regime ideal requer um pouco de cada alimento, como as verduras, carnes, frutas, legumes e cereais (ah, mas isso eu já como também eeee muito bem, oras!).
A alimentação ideal deve ter 55% de carboidratos, 30% de gorduras e 15% de proteínas. Com esta proporção, os carboidratos ou açúcares deixam de ser os grandes vilões e os culpados pela cintura grossa.(fazer dieta nunca foi drama! Meu de-ses-pe-ro é ficar sem um docinho)
Assim, quando alguém devora um bolo ou um sorvete de creme não vai ganhar uns quilinhos apenas por causa do açúcar, mas também pela manteiga, leite e creme da mistura.
Uma maneira de compensar um hábito introduzido desde a infância: as mães costumam adoçar o leite das mamadeiras; quando a criança é bem comportada, ganha um refrigerante; à partir da adolescência, os namorados se presenteiam com bombons (eu não tive essas regalias de nenhuma parte!!!). O doce adquire assim, um significado afetivo na maioria das famílias (essa moleza?? Só "pra" minha irmã caçula). E ao haver uma carência de afeto, a compensação pode ser buscada no próprio doce.
Uma manobra interessante é a pessoa tentar ingerir mais vegetais, como os espargos, que diminuem esta vontade de atacar a geladeira. Quem tem uma vontade incontrolável de comer doces e não é diabético(Verdade!!), pode optar por compotas de frutas ou outros doces sem gordura ( Ebaaaa!! Cadê os doces???).
O importante é driblar esta vontade, com frutas, doces dietéticos, exercícios físicos que aumentam a serotonina, dando sensação de bem estar (fácil, né? mas não é a mesma coisa...grrrr). Porém, quando a situação for difícil de contornar, um profissional especializado, como um psiquiatra, pode ser de ajuda para o paciente, para o tratamento de distúrbios da ansiedade que podem estar associados a este quadro.
CADÊÊÊ O DIMI???? Se ele estiver muito ocupado, aceito um caixa de sonho de valsa.
A ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter, naquilo que tu és... E é assim que as pessoas lembrarão de ti um dia.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Aconteceu lá em casa - V
Do tempo que Merthiolate ardia
Naquelas maravilhosas viagens de fim de ano com a família, fomos passar uns dias na casa de parentes da mammy. Fomos só nós as meninas. Mammy, eu e minha irmã de 2 anos. Papi e o mano ficaram na capital. A casa era de um tio paterno da mammy, gente muito boa e hospitaleira. Lá sempre foi cheio de gente entrando e saindo. Logo esse meu tio-avô tinha uma "penca" de filhos, todos adultos ou adolescentes.
Me lembro da cidadezinha dividida pela linha do trem. Para irmos ao pequeno centro da cidade, tínhamos que atravessá-la. Eu, com meus 6 anos e meio ficava em pânico. Onde eu morava nunca precisava passar a pé pelos trilhos de qualquer trem. Graças a Deus sempre tinha uma plataforma segura, para passar bem por cima mesmo e até ficar olhando o trem correndo por baixo. Mas ali era no "olha a direita e a esquerda e depois atravesse". Tá bom, então!! Depois de uns dias eu fiquei menos apavorada, só não deixei de segurar bem forte o braço de uma prima da mammy. Seguro morreu de velho, né?
Em uma dessas idas ao centro, tomar sorvete, tirar fotos e brincar na pracinha, na volta ocorreu o pior. Calma, não fomos pegas por nenhum trem!! No caminho de volta, existia um leve declive assim que atravessávamos a bendita linha do trem. Oras, no nordeste o clima é semi-árido, imagine o solo? Arenoso(quando não, pedregoso) e seco. Minha experiência com ele ficou na lembrança pra seeeempre. Levei um escorregão básico que ralou do meu dedo mindinho ao quadril. Uiiiii...
Tudo esfolado e derramando sangue a pingar no chão. Sem falar dos meu berros e lágrimas de dor. Carregaram-me correndo pra casa do tio, lá chegando aquele mulherio todo lava daqui, limpa dali e chegam com o amaldiçoado do Merthiolate. O queeee!? NÃO, NÃO, NÃO DEIXO PASSAR, NÃO!! Oras, só com água já doía pra c...!! Imagine aquele troço que a indústria farmacêutica achou por bem, lucrar com a história falsa que quanta mais ardia mais "tava" desinfectando. Deviam ter passado no rabo do químico que invento aquele maldito!! E dos que comercializavam tam-bém!!
Gente, esperaram eu parar de gritar meus "não", só que nem deu tempo de respirar aliviada. Quando percebo lá se vem umas quatro "santificadas"-GRRRR- primas me segurando, enquanto minha adorável(??) mammy começa a usar aquela palhetinha do Merthiolate. Putzzzzz!! Aquilo foi uma eternidade de dor. Por que não derramou logo o vidro todo!? Imagina a extensa da minha perninha toda na carne viva?? Gritei e estribuchei tanto, mas tanto...que quando me soltaram nem tinha mais voz ou forças. Dormi o resto do dia de puro esgotamento físico e emocional.
Depois veio todo mundo bonzinho, cuidadoso...grrr
Sem falar que no outro dia teve mais uma sessão tortura. Ahhh, mas agora com direito a uma propina! Sim, uns docinhos, uns brinquedos e poder pintar as unhas com o esmaltes da mammy. Ah, lembrei!! Também podia brincar com as perucas da mammy que ela desfilava pela cidade. Era moda naquele tempo, sabe?
Devia era ter jogado uma no cacimbão do tio. Mas, mammy era bem capaz de me fazer buscá-la!!
kkkkkkk kkkkkkk
te amo, mammy!!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)















