sábado, 23 de maio de 2009

MELHOR NÃO TER ACORDADO

Sabe, hoje é um dia daquele tipo que às vezes acontecesse na vida da gente, que acordamos (6 hs da manhã ) e pensamos " Que vontade, de não ter nascido!" ou " Porque eu ainda fico nesta vida? " ou "Que vontade de encher a cara, até cair de beber." Sabem porque esses pensamentos? Porque não adianta de nada sempre ser verdadeira, falar o que passa no coração, não ser uma persona com duas caras...
Ninguém acredita em nossas palavras, e porque?? Pensam que não pode existir alguém que não minta para tirar proveitos na vida, que somos muito educadas e ser educada demais parece ser uma deformação de cárater, ou porque PENSAM que queremos ser melhor que os outros... ""Aquele dia que descobrimos quê...somos questionados por erros que cometemos não por vontade própria, mas por circunstâncias na vida que nos empurram a isso às vezes"". Sabe aquele dia ? em que dá vontade de mandar o mundo inteiro p/ a #7%$!)8(?}[~:9¨%4 (agora consigo ser mal educada)... Que nesta porcaria de vida, quem se dá bem, são aqueles que mentem, são falsos, são hipócritas, são aproveitadores, são aqueles que passam por cima de todo mundo para conseguir o que querem... são as pessoas que roubam, que mentem, são cinicos, são brutos, são sem cárater. Que maltratam as outras, que são desumanos, não tem consciência, são irresponsáveis.....
E todo mundo pensa que somos seres "idiotas" por não viver de aparências, comprando tudo e não pagando nada, por não viver uma vida falsa de luxo (e morra o bucho), por não viver de falar mal da vida dos outros, enfim por não sermos "espirito de porco"... Que ter personalidade e cárater nos transforma em seres estranhos, abestados, uns eternos trouxas. Não enxergam que temos uma forma simples de ser, porque os valores vazios da sociedade não interessa-nos... e por causa disso somos os doidos e abestados???
Sabe aquele dia? em que gostaria de estar sozinha em uma ilha, me embriagar de água do mar e morrer na praia... porque estou cansada de ser a diferente, a estranha, a incompreendida...
(by Angel)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

EU TENHO UM SONHO (I HAVE A DREAM)

Parte do discurso de Martin Luther King em Washington realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Feito em frente a uma platéia de mais de duzentas mil pessoas que apoiavam a causa, o discurso é considerado um dos maiores na história e foi eleito o melhor discurso estadunidense do século XX numa pesquisa feita no ano de 1999, e nesse discurso, Martin Luther King não incentivou o ódio nem o confronto, mas a dignidade do movimento, e parodiando suas palavras que dizem:

...Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais. Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade. Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça. Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje! Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje! Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta. Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado. "Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto. Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos, De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!" E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro. E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire. Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York. Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania. Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado. Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia. Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee. Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi. Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade. E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:"Livre afinal, livre afinal. Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."


Atualmente, podemos estender esta intolerância para outros segmentos. Entre eles o religioso, o étnico, o homofóbico e o estrangeiro-imigrante.

Quando era adolescente

...minha idéia de princípe encantado, já não era a do belíssimo jovem montado em seu garboso corcel branco. Mas sim, sentado confortavelmente em um carro do ano. Coisas de jovem inexperiente com resquícios ainda da infância, cheia de leituras de contos de fadas. O tempo passou , trouxe alegrias e dissabores. Aprendi que não existe "prev" para sonhos, o que torna inevitável acidentes emocionais desastrosos. Que também este princípe encantado somente existe, como já diz o adjetivo em algum mundo encantado, o que o torna impossível em nosso mundinho real. Que meu "principe" não se limitaria ao trio-sufixo "eza"; beleza, riqueza e nobreza. Essas coisas o tempo corrói ou corrompe. Suas qualidades seriam caráter, personalidade, carisma, humor e dignidade. Para minha infelicidade, voltei a ser lançada no mundo dos sonhos (novamente sem o bendito "prev"). Pois onde vou encontrar alguém tão qualificado segundo meus parâmetros?? Acho que vou tirar um cochilo de cem anos, quem sabe daqui a um século?
(by Angel)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A VIDA É QUE DÁ MEDO

Não tenho medo de morrer. Quando criança e adolescente tinha pânico. Criada sob as doutrinas de céu/inferno e salvos/perdidos, a possibilidade de morrer e ir para o inferno atormentava meu juízo. Cresci e esse medo passou, assim como o da morte em si seja para onde siga. Tenho medo de viver. Eu sei o que me machuca, o que me dá medo, o que pode me fazer sofrer, o que posso perder...Que mesmo que eu esteja cercada de todos os bens, alegrias, amores e saúde, o sofrimento chega. Se não sofrer por mim, sofrerei pela dor do próximo. Estarei enquanto viver, sujeita a gangorra da vida. Posso me esconder, mas não conseguirei ser impássivel aos revezes da vida. Não tenho medo da morte. Tenho medo da dependência total do amor ou da caridade forçada de alguém. (by Angel)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Para que servem os amigos?

Para uma vida mais longa. Estudos mostram que pessoas com mais amigos vivem mais. Ter boas companhias também ajuda a combater depressão.
Na jornada por uma saúde melhor, muitas pessoas se voltam a médicos, livros de auto-ajuda ou suplementos de ervas. Porém, elas ignoram uma poderosa arma capaz de ajudá-las a combater doenças e a depressão, acelerar a recuperação, retardar o envelhecimento, e prolongar a vida: seus amigos.
Recentemente, pesquisadores estão começando a prestar atenção na importância da amizade e das redes sociais para a saúde em geral. Um estudo australiano de 10 anos descobriu que pessoas mais velhas com um grande círculo de amigos tinham uma chance 22% menor de morrer durante o período do estudo, em relação àqueles com menos amigos. Um grande estudo de 2007 mostrou um aumento de quase 60% no risco de obesidade entre pessoas cujos amigos ganhavam peso. No ano passado, pesquisadores de Harvard relataram que laços sociais fortes poderiam promover saúde cerebral conforme envelhecemos.
“No geral, o papel da amizade em nossas vidas não é terrivelmente bem apreciado”, disse Rebecca G. Adams, professora de sociologia da Universidade da Carolina do Sul, em Greensboro. “Há várias expectativas em famílias e no casamento, mas muito pouco na amizade. A amizade tem um impacto mais forte em nosso bem-estar psicológico do que as relações familiares”.
Enquanto muitos estudos sobre a amizade focam nos intensos relacionamentos entre mulheres, algumas pesquisas mostram que os homens também podem se beneficiar. Em um desses, realizado num período de seis anos com 736 homens suecos de meia-idade, a ligação com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias, mas ter amigos, sim. Apenas o cigarro era um fator de risco tão importante quanto a falta de suporte social.
O motivo exato pelo qual a amizade tem um efeito tão grande não está inteiramente claro. Enquanto amigos podem assumir pequenas responsabilidades e buscar remédios para uma pessoa doente, os benefícios vão muito além da assistência física; na verdade, a proximidade não parece ser um fator.
Pode ser que pessoas com fortes laços sociais tenham, também, melhor acesso a serviços e atendimento de saúde. Além disso, entretanto, a amizade claramente possui um profundo efeito psicológico. Pessoas com amizades fortes apresentam menor probabilidade de contrair resfriados, talvez por terem níveis mais baixos de estresse.
No ano passado, pesquisadores acompanharam 34 estudantes da Universidade da Virginia, levando-os à base de uma colina bastante íngreme e equipando-os com pesadas mochilas. Em seguida pediram que os estudantes avaliassem o grau de declive. Alguns participantes ficaram ao lado de amigos durante o exercício, enquanto outros ficaram sozinhos.
Os estudantes que estavam com amigos deram estimativas mais baixas do grau de inclinação
da colina e, quanto mais tempo de amizade os participantes tivessem entre si, menos íngreme ela parecia.
“Pessoas com redes de amizades mais fortes se sentem como se houvesse ali alguém para ajudá-las”, disse Karen A. Roberto, diretora do centro de gerontologia da Virginia Tech. “A amizade é um recurso subestimado. A mensagem consistente desses estudos é que amigos tornam sua vida melhor”.

sábado, 2 de maio de 2009

UMA FOTO REAL DO IRAQUE

Esta história devia aparecer nas manchetes dos jornais... e não as outras porcarias que conspurcam o nosso Ego. Esta é uma dura história de guerra , porém toca-nos o coração...A esposa de John Gebhardt, Mindy, diz que toda a familia desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também executá-la e ainda a atingiram na cabeça...mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente. Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer. Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro.
Vamos a isso ! Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos Media em geral. Se vos tocou, dêem a conhecer. Todos precisamos de ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta. Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Publicada por Pedaços de Mim em Segunda-feira, Fevereiro 02, 2009