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domingo, 10 de dezembro de 2017

E o que é alma?


- Vovó!
- Oi, Tyssa! Diz?!
- Eu tenho alma?
- Tem, Tyssa! Todo mundo tem!
- E o que é alma?
- Ah Tyssa, faz essas perguntas pra teus pais.
- Mas, eles não estão aqui...
- Então, põe aí no tio Google que ele responde!
- Não, vovó! O que é alma? Fala!
- Ah, Senhor! Tyssa, alma é bla... bla... bla... ... ... ... é isso! Entendeu?
Meia hora depois, pergunto:
- Tyssa, o que é alma?
- Não sei, vovó!
- O QUÊ?! E tudo aquilo que eu falei????
- Não lembro, vovó!
- !!!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Telemarketing


              Todo mundo recebe ligações de telemarketing oferecendo produtos e outras vezes, pedindo doações. (Misericórdia! Mal consigo dar conta das despesas normais. Imagina compras ou doações?!) Bloqueia-se os números, porque rejeita-los já não serve mais. Uma hora atendemos e somos obrigados a mandar a real educadamente: "Moça, vocês não param de ligar pra esse número. Por favor, eu quero que parem por gentileza. Boa tarde!" 
             Ok, entendo que seja um trabalho e que há sua área. Que existe treinamento e etc. Que há cobranças, metas estafantes e um salário que não vale o desgaste. Que poucos realmente tem estômago pra tal ou ainda que não tem opção. Que ouvem coisas que fariam qualquer auto estima ao fim do dia, estar um fiapo só. Mas, é super sacal ter que ouvir aquele texto repetitivo e entonação mais que artificial. E pior, a insistência sufocante! É respirar fundo lembrar que devemos respeito e educação a todos... e dar um basta!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Quando dói na alma...

Tenho profunda dificuldade de lidar com muitas coisas e estas sempre estão associadas ao emocional. Dizem que isso é ser sensível -quando são bacanas, outros tacham de "frescura"- e infelizmente, ainda não surgiu uma forma efetiva de tornar isso menos dolorido.
Criar algo é terapêutico, salutar e ajuda a desafogar a alma. Com o tempo aprendi que fazer coisas belas me elevavam o ânimo. Sim eu já criei coisas onde expressei a dor, fosse física ou não. Ao findar eu mesma me deprimia com o resultado e nem pensar que alguém pudesse testemunhar que aquilo... era a expressão da minha alma. Levei tempo a compreender que eu deveria canalizar minha energia em algo que me alegrasse, e não ao contrário. Algo que eu teria prazer de mostrar, guardar e rever, ou relembrar. Isso me ajudou até em aprender a usar o "não". Também na recusa a muita coisa que me afetava negativamente.
Contudo, há períodos em que a sensibilidade fica em alta e fazer essa seleção racional, é muito dificultoso. Aí... tudo dói na alma.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Nóbrega... primo, descanse em paz!

A morte nunca deixará de ser chocante. Principalmente, sendo os pais a sepultar seus descendentes. É meio anti natural! Somos brasileiros, emotivos e intensos. Infelizmente, não somos orientados desde cedo às ... perdas da finitude física. A compreensão e aceitação deste destino comum a tudo e todos.
  #Feitosa  #Nóbrega  #confortoSóemDeus  #famíliaemluto  #descanseempaz #RIP


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Diálogos amigáveis em diferenças


Oi, ...! Me desculpe a demora em responder-te. Tempo curto, meu monitor de mesa pifou(celular é um horror pra textos maiores. kkkkk...), o baque da tragédia que foi o falecimento de ... e por último, o aniversário de ...


Bem, primeiramente me desculpe pelo uso inadequado do adjetivo ... Segundo, sempre detestei política por vê-la no Brasil doentiamente atrelada a interesses por poder, influências e dinheiro. Assim como cheia de mentiras, dissimulações, soberbas e injustiças. Mas, percebi com o tempo que na prática outros tipos de "políticas", fazem parte de nossa vida desde que existimos. 

..., houve um tempo em que tive grande simpatia pelo socialismo. Seria um papo muito extenso explanar minha desilusão, esta baseada em fatos atuais e históricos. Na teoria ou utopia, é sempre mais fácil! Mas, os bastiões dessa opção, fracassaram. Os governos que ainda insistem, tem sido um exemplo de insucesso ao mundo, e pior, de infelicidade a população que tornou-se prisioneira de seus governantes insanos.
 
Na última quase década e meia houve mudanças no Brasil. Seria um engano não reconhecer que houve sim, ações importantes para a redução da desigualdade social. Assim, com um escandaloso abuso do poder e desavergonhado desmando com o dinheiro publico e instituições estatais. Despejado nos interesses mais variados, sendo os tais sempre sob a bandeira do assistencialismo social. Que sim, é necessário a inúmeros indivíduos. Mas, não há uma fiscalização séria e isso me parece intencional. Quem de nós não conhece ao menos uma ou duas pessoas, que na real nem deveriam estar sendo beneficiadas com o bolsa família?! Isso é cruel! Outros mais necessitados precisam!

Muitos projetos foram usados como publicidade e nunca finalizados. Estão estacionados ou recebendo verbas para um serviço infindável, bem à moda brasileira. São necessários a máquina de empregos locais ou fonte de renda e desvios também locais. Mas, isso é corrente nesse país e já houve em outros governos. E apesar, das coisas boas que este governo e o anterior tenham feito, é de conhecimento geral que fizeram muita coisa também errada. E tudo aquilo que "apontaram"... repetiram fartamente.
 
Não, não acredito em mudanças milagrosas! Mas, há sim uma necessidade de alternância de governo neste momento. E desejo, que os mais necessitados sofram o menos possível.
 
Em suma, seja de esquerda, direita, de centro ou "encima do muro"... estão todos maculados. O vício nacional pela corrupção é quase cultural por aqui, infelizmente.

Beijos, ... querida!

domingo, 12 de julho de 2015

O que não fazemos pela família?!

Prancha feita por Ricardo Gondim. A arte por mim à pedido do meu sobrinho, um estudante de medicina que nas férias deseja aprender a surfar. kkkkkk
https://www.facebook.com/ricardofreitasgondim/videos/1057668414277235/?pnref=story

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Estrelinha II na área

Apresentando minha mais nova descendente, filha do meu caçula. 
Ela é minha 2 ª neta, minha estrelinha II !


terça-feira, 5 de maio de 2015

Meio século de vida


 Grata a Deus pela superação dos obstáculos que tendiam a impedir minha chegada nessa data. Também ao amor, atenção e paciência que familiares e amigos tiveram comigo por toda aquela fase triste. 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Abrindo o celular num passe de mágica

Encantado com o novo celular, meu filho não consegue descobrir como abrir para instalar seus chips. Pergunta para sua esposa que está na sala:
 - Marcela, como abre esse celular?!
Enchendo sua garrafinha com água do filtro, sua filhinha Anna Letícia de 5 anos, olha para ele e orienta-o:
- É só tacar no chão, papai!!

????????????????


Roubando boneca


- Vovó, eu não trouxe nenhum brinquedo...
- E por que não?!
- Porque eu esqueci! E agora eu não tenho com que brincar.
- Pois, brinque de pintar os desenhos que te dei, Tissa!
- Mas, eu quero brincar de boneca, vovó!
- Mas, aqui não tem nenhuma!
- Mas... eu quero, vovó!
- Já sei! Mas, não posso fazer nada!
- Mas... eu... quero... (snif, snif...)
- Sim e daí, Tissa?! O que você quer que eu faça?! Que eu vá roubar uma?!
- Ãhãã...
- ???????????????????



 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Um quase... nirvana!

Com a percepção final da insensatez da "correnteza", entramos em um processo de mutação irreversível. De repente, adentramos pelo caminho da contestação constante e descobrimos como ele é pedregoso.
No entanto, em algum momento ser contestador torna-se esgotante e por vezes podemos ser até inconvenientes. Optamos então pelo isolamento social mais e mais, pois já não somos muito benvindos ao rebanho consumista e alienado por opção. Aderimos com ardor a metodologia dos párias: a mudez voluntária, a surdez salutar e a cegueira salvadora... Essa é uma forma estranha de auto preservação! Mas nela não incluimos a subserviência a cultura do acúmulo. Isso nunca! Seria o ápice da anulação!
Alguns nos consideram uns perdedores, vencidos pelo conformismo ou pelo culto a inércia, mal sabendo eles que escolhemos redirecionar nossas energias para coisas mais permanentes, geradoras de um bem estar que muitos sequer compreendem. Aquele nível de autoconhecimento e satisfação que não encontramos no status quo e muito menos encontra-se acessível a nenhum crédito ilimitado do planeta.
Um quase... nirvana!
 
 

sábado, 20 de dezembro de 2014

As dores da adolescência (para os pais)

As dores da adolescência (para os pais) - ÉPOCA | Vida
(excelente texto, não deixe de ler)
 
Nesse fase deles, basta sermos mudos e invisíveis. Afora isso, podemos ser: arrumadeiras, financiadores, cozinheiros, office-boy, professores, lavadeiras e etc... É a época na qual descobrimos que paciência, infelizmente não tem à venda no comércio. Sobrevivendo a essa fase, sem que nossos rebentos façam maiores besteiras -gravidez precoce, drogas, acidentes...- ficamos extremamente gratos de nossos precoces cabelos brancos serem coisa que ainda dá p/ resolver com tintura. E essa -Aleluia!- podemos achar no comércio.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Velhas cartas

Em um mundo onde  teclados, touch screen, imagens e ícones se apossaram da grande maioria das comunicações humanas, percebo com profunda tristeza o quanto está tornando-se obsoleto possuir uma caligrafia e gramática razoável, frente a esta nova linguagem mundial.
Ainda assim em momentos de nostalgia escrevo cartas. Com tanto gosto em ver as palavras surgirem desse triangulo amoroso entre dedos, caneta e papel... mas,  nunca as envio! Sempre penso que os destinatários terão preguiça de ler, não terão tempo ou que talvez até se extraviem no caminho. Afinal, mesmo os correios estão com seus dias contados! E os carteiros mal entregam contas, imagine uma cartinha carinhosa?!
Com todas estas expectativas "broxantes" é melhor enviar logo essas tais cartas acumuladas. Antes que os assuntos fiquem desatualizados e o papel amarele de vez ...